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    <title>Notícias / Jornal</title>
    <link>http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Noticias_Jornal.html</link>
    <description>A Capelania do HPDG tem parceria com as Igrejas Presbiterianas da Carolina do Norte e com as 10 Igrejas Presbiterianas do Presbitério Sudoeste de Goiás. Relataremos aqui projetos e notícias, que realizaremos juntos, tais como: Visitação Hospitalar, Celebração dos Cultos na Capela, Reuniões de Oração, Aconselhamento, Jornal da Capelania, Projeto Presbiteriano Pão da Vida, “Mission Trip USA/ Brazil”, Dias Festivos e Celebrações. Aguardem as notícias.</description>
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      <title>Noticias Anteriores - Março</title>
      <link>http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Entradas/2010/4/13_Noticias_Anteriores_-_Mar%C3%A7o.html</link>
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      <pubDate>Tue, 13 Apr 2010 06:43:52 -0300</pubDate>
      <description>•	DR. ELEZER, REV. JORGE E REV. DR. EUDOXIO PARTICIPAM DA REUNIÃO  DA COMISSÃO EXECUTIVA DO SUPREMO CONCÍLIO DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL - 26/03/2010 - Nos dias 23 a 25 de março de 2010, partipamos desta reunião em São Paulo, no Mackenzie.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	REV. DR. EUDOXIO SANTOS PARTICIPA DE CONGRESSO - 21/03/2010 - Durante os dias 17, 18, 19 e 20 de março, o capelão, juntamente com o Rev. Nerivaldo, Rev. Eneias, Rev. Marcos e Rev. Geasy na cidade de Campinas, SP, participaram do Congresso de Plantação de Igreja, vários palestrantes dos Estados Unidos estiveram presentes. Foi muito produtivo o Congresso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The family of&lt;br/&gt;June Anderson Woodall&lt;br/&gt;cordially invites the members of Central Presbyterian Church&lt;br/&gt;and all her other friends to a party&lt;br/&gt;celebrating her life, honoring her memory&lt;br/&gt;and witnessing to the Hope of the Resurrection to eternal life of all God’s children.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;3:00 pm March 14th&lt;br/&gt;Central Presbyterian Church Fellowship Hall&lt;br/&gt;Anderson, South Carolina&lt;br/&gt;Casual dress&lt;br/&gt;*In her honor, please wear blue*&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;June Anderson Woodall, age 83, died March 11th after a brief illness.  Lifelong student, teacher, friend, mentor and generous host.  She is survived by her husband, Rev. Henry Earl Woodall, sons Dr. Woody (Sylvia) Woodall, and Rev. Henry (Beverly) Woodall, grandchildren Ruth, Paul, Alan, Anna, and Isaiah Woodall.  A Celebration of her life will take place on Sunday, March 14th at 3 pm at Central Presbyterian Church in Anderson.  Wear blue.  Memorials may be directed to Hospice of the Upstate, 1835 Rogers Rd, Anderson, SC 29621 or the Mission Fund of Central Presbyterian Church, 1404 N Blvd, Anderson, SC 29621.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	JUNE WOODALL FALECEU HOJE DE MANHÃ - 11/03/2010 - Hoje a Mom June foi morar com o nosso Senhor Jesus Cristo. Esta mulher foi a grande responsável em abrir as portas das igrejas e instituições missionárias, para as doações que vieram para o Hospital e projetos em Rio Verde como: container, Capela, casas para pessoas pobres, templo da Igreja Presbiteriana da Vila Rosalina, Projeto Presbiteriano Pão da Vida, casas pastorais. Muito obrigado, Mom June.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	ORAÇAO PELA JUNE WOODALL - 09/03/2010 - A Sra. June Woodall está enferma, e se encontra no Rainey Hospice House. Pedimos oração a todos por ela. A Mon June, como ela é chamada, foi a grande responsável por todas as doações e mission trip que os americanos fizeram no Hospital Presbiteriano Dr. Gordon e na missão presbiteriana em Rio Verde. Oremos por ela.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	ENTREVISTA DO DIRETOR GERAL NO TRIBUNO DO SUDOESTE - 08/03/2010 - O Jornal Tribuna do Sudoeste fez uma entrevista com o Dr. Elézer, diretor geral do HPDG, confira... &lt;a href=&quot;Entradas/2010/3/8_Entrevista_do_Dr._Elezer_ao_Tribuna_do_Sudoeste.html&quot;&gt;ENTREVISTA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	DIA INTERNACIONAL DA MULHER - 08/03/2010 - A Capelania do HPDG, convida a todos para o culto de ações de graça pelo DIA INTERNACIONAL DA MULHER. Será no dia 09 de março, às 8 horas da manhã, na Capela do Hospital. Nossos parabéns à MULHER. “A mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada”. Provérbios 31:30&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	JORNAL DA CAPELANIA - 05/03/2010 - O Jornal da Capelania do Hospital já foi publicado na gráfica, e no site. As notícias sobre a visita do Rev. Roberto Brasileiro no Hospital, Palavra do Diretor Geral, posses, Agradecimento de uma enfermeira, confira. &lt;a href=&quot;Entradas/2010/4/13_Noticias_Anteriores_-_Mar%C3%A7o_files/jornal%20capelania%20marc%CC%A7o2010.pdf&quot;&gt;Jornal Capelania Março 2010.pdf&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	JORNAL BRASIL PRESBITERIANO - 04/03/2010 - O BRAIL PRESBITERIANO, está no site, ele traz uma reportagem importante sobre as tragédias do mundo, vale a pena ler. &lt;a href=&quot;Entradas/2010/4/13_Noticias_Anteriores_-_Mar%C3%A7o_files/bp_fevereiro2010.pdf&quot;&gt;Jonal BRASIL PRESBITERIANO Fevereiro 2010.pdf&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	CAPELÃO E DIRETOR GERAL DO HPDG VISITA REV. ROBERTO BRASILEIRO - 03/03/2010 - No dia 03 o Rev. Dr. Eudóxio e Dr Elézer estiveram em Patrocínio, MG, para uma reunião com o Rev. Roberto Brasileiro, para tratar sobre assuntos do Hospital. Foi uma visita muito boa e com bons resultados.&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Noticias Anteriores</title>
      <link>http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Entradas/2010/3/11_Noticias_Anteriores.html</link>
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      <pubDate>Thu, 11 Mar 2010 18:39:32 -0300</pubDate>
      <description>•	POSSE DO DIRETOR TÉCNICO - 23/02/2010 - As 08:00 horas da manhã, teve um culto de posse no novo diretor técnico, Dr. Aécio, medico por mais de 27 anos no Hospital Presbiteriano Dr. Gordon. O Rev. Enéias dá posse ao diretor. O capelão pregou em Mateus 5:1-4. O capela estava lotada de medicos e funcionarios que vieram agradecer a Deus e apoiar o novo diretor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	21/02/2010 - Visite em &lt;a href=&quot;../Fotos_%26_Videos/Fotos_%26_Videos.html&quot;&gt;FOTOS VIDEOS&lt;/a&gt;, e veja duas mensagens que o Rev. Dr. Jim Dunkin pregou na sua igreja (First Presbyterian Church, Salisbury, NC), a mensagem está em video e o tema da mensagem é “A Generous undertaking in Brazil”, Parte 1 e Parte 2.  É uma mensagem que fala sobre a “Mission Trip Brazil”. É ótimo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	POSSE DO ADMINISTRADOR - 17/02/2010 - As 09:00 horas da manhã, foi feito o Culto de Posse do Dr. Elézer Alves Ataídes, novo administrador do Hospital; a Capela estava com 132 pessoas que foram agradecer a Deus pelo novo administrador. Estiveram presentes os membros do Conselho Deliberativo: Rev. Paulo, Rev. Eneias, Rev. Benones, Presb. Marques, Presb. Claudio e Dra. Eunice. O Rev. Dr. Eudóxio trouxe a mensagem da Palavra de Deus no Salmo 126. A Capelania deseja as mais ricas bençãos de Deus sobre a vida e administração do Dr. Elézer Alves Ataídes. Que ele seja um instrumento de Deus na vida deste hospital. Que Deus abençoe o HPDG.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	18/02/2010 - O Capelão Rev. Dr. Eudoxio, recebeu alta do HPDG, depois de ter passado a noite internado. A Dra. Ludmila, foi a cardiologista que atendeu o capelão, com muito carinho e conhecimento. Depois de vários exames, sendo eles normais, o capelão já se encontra em casa, recuperado. A nossa gratidão primeiramente a Deus, a família, a Dra. Ludmila, enfermeiras e funcionários do Hospital. Estavamos indo para um rancho, providenciar um encontro de pastores no meio da viagem, o capelão sentiu um mal estar e decidimos voltar, o Rev. Benones e Rev. Nerivaldo e outros irmãos, voltamos rapido ao HPDG. Obrigado por tudo e pelas orações e visitas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	13/02/2010 - Nesta próxima quarta-feira, dia 17 de fevereiro, às 09 horas da manhã, convidamos a todos para a posse o novo administrador, Sr. Elézer, contaremos com a presença do Conselho Deliberativo do HPDG. &lt;a href=&quot;Entradas/2010/2/11_Rev._Roberto_no_HPDG_e_PSGO.html&quot;&gt;Leia mais...&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	11/02/2010 - O Rev. Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, esteve no Hospital Presbiteriano Dr. Gordon, onde reuniu-se com os pastores e presbítero do Presbitério Sudoeste de Goiás e o Conselho Deliberativo do HPDG, como também pregou na Capela uma mensagem rica e animadora aos participantes, para sermos uma para para o Hospital. &lt;a href=&quot;Entradas/2010/2/11_Rev._Roberto_no_HPDG_e_PSGO.html&quot;&gt;Leia mais...&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	09/02/2010 - O Rev. Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriano do Brasil, estará visitando o HPDG e Presbitério Sudoeste de Goiás, no dia 10 fevereiro de 2010. &lt;a href=&quot;Entradas/2010/2/11_Rev._Roberto_no_HPDG_e_PSGO.html&quot;&gt;Leia mais...&lt;/a&gt; &lt;br/&gt;	•	05/02/2010 - O Curso de Visitação Hospitalar para Voluntários da Capelania do HPDG, iniciou no dia 04 de fevereiro de 2010, na Capela do Hospital, com 25 candidatos a voluntários. &lt;a href=&quot;../Cursos_%26_Volunt%C3%A1rios/Entradas/2010/2/5_Curso_de_Visita%C3%A7%C3%A3o_Hospitalar.html&quot;&gt;Leia mais...&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	03/02/2010 - A Capela do Hospital ganhou letreiros em aço escovado, com o nome da Igreja Presbiteriana do Brasil, Capela,e uma placa de agradecimento aos doadores. &lt;a href=&quot;Entradas/2010/2/5_Capela_ganha_letreiros.html&quot;&gt;Leia mais...&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	03/02/2010 - A Capelania publicou no mês de fevereiro o Jornal da Capelania, com uma tiragem de 1500 exemplares, com apoio das Igrejas Presbiterianas do PSGO. &lt;a href=&quot;Entradas/2010/2/9_Jornal_da_Capelania_-_fevereiro_2010.html&quot;&gt;Leia mais...&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	01/02/2010 - O Natal do Pão da Vida, foi realizado com culto de louvor a Deus e uma festa com muita doação a comunidade do Dom Miguel. &lt;a href=&quot;Entradas/2010/2/5_Natal_de_2009_no_P%C3%A3o_da_Vida.html&quot;&gt;Leia mais...&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;	•	02/02/2010 - A “web page” da Capelania foi lançada no mês de fevereiro de 2010.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;HOSPITAL PRESBITERIANO DR. GORDON&lt;br/&gt;fundado pelo médico-missionário  Dr. Donad C. Gordon em 1937, enviado pela &lt;br/&gt;Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos.&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Entrevista do Dr. Elezer ao Tribuna do Sudoeste</title>
      <link>http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Entradas/2010/3/8_Entrevista_do_Dr._Elezer_ao_Tribuna_do_Sudoeste.html</link>
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      <pubDate>Mon, 8 Mar 2010 19:54:53 -0300</pubDate>
      <description>Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entrevista&lt;br/&gt;“Filantropia é o nosso nome” - Elézer Alves de Ataídes&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O principal desafio do novo diretor-geral do Hospital Presbiteriano Dr. Gordon é recuperar a filosofia filantrópica que deu origem à instituição e ampliar os atendimentos pelo SUS. A proposta, que a princípio causa apreensão na classe médica, é prioridade para Elézer Alves de Ataídes. Em entrevista exclusiva à Tribuna do Sudoeste, o novo gestor do maior hospital do interior de Goiás falou da responsabilidade do cargo e detalhou os principais passos do processo de enxugamento de custos. Segundo ele, o funcionamento do hospital hoje só é possível graças à saúde financeira do plano de saúde da instituição. Apesar das dificuldades, Ataídes anuncia planos para ampliação e reforma da estrutura física, além de readequação dos funcionários. Ele se diz cético em relação à possibilidade do Hospital de Urgências de Santa Helena vir a desafogar os atendimentos do Dr. Gordon: &amp;quot;A obra está sendo feita na contramão.&amp;quot; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fernando Machado&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tribuna do Sudoeste - O sr. acredita que ao longo dos anos o hospital perdeu seu caráter filantrópico e se tornou semelhante às demais instituições privadas de saúde? O sr. pretende resgatar esse perfil?&lt;br/&gt;Elézer Alves de Ataídes - Com certeza. Eu acho que a filantropia é o nosso nome. O Hospital Evangélico tem de resgatar isso. Na realidade, a ideia do Dr. Gordon, que foi o idealizador de tudo isso, era que o hospital fosse 100% filantrópico. O hospital realmente perdeu um pouco desse foco. Estamos colocando o trem nos trilhos, mas temos as nossas contas a serem pagas. Isso não quer dizer que vamos obrigar os médicos a fazer somente filantropia, mas temos um percentual a ser atingido nesse sentido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esta meta é de 60%. Atualmente, ela é atingida?&lt;br/&gt;Não, mas estamos nos aproximando muito dela. Temos obrigatoriamente de atingir esse percentual. O ideal seria que conseguíssemos ultrapassá-la.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Então os atendimentos pelo SUS serão prioridade daqui para frente?&lt;br/&gt;Temos de abrir as portas para o SUS, mas de forma responsável. Temos de ter estrutura para isso. Uma capacidade que nós não temos neste momento. Ao longo dos anos, foram feitas várias mudanças que, talvez, não tenham sido interessantes para tornar o hospital capaz de receber hoje todas as variedades do SUS. Temos uma folha de pagamento altíssima, clínicas credenciadas e pessoas com grandes responsabilidades. Tudo isso faz parte do nosso contexto financeiro. Primeiramente, precisamos de uma contrapartida dos médicos e das equipes administrativas e operacionais para fazer uma mudança desse porte.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A perspectiva de ampliar os atendimentos pelo SUS não causa uma certa apreensão na classe médica, que dá preferência aos atendimentos particulares?&lt;br/&gt;Sim, mas os médicos, principalmente os que estão lotados no hospital, estão conscientes de que esta é uma instituição filantrópica e que temos metas a serem atingidas nesse sentido. Eles têm de fazer o dever de casa e sabem disso. E o hospital não vai abrir mão dessa filantropia. Nosso objetivo é manter o espírito com o qual ele foi criado. A apreensão maior é no sentido do hospital se tornar 100% filantrópico. Isto seria um grande problema nem tanto para os médicos, mas para o próprio hospital em termos financeiros. É por isso que temos de abrir as portas para o SUS com muita responsabilidade. Para atendermos a proposta do SUS, todo o pessoal precisa falar a mesma língua, tanto no campo administrativo como no operacional e clínico. Temos de fazer a coisa acontecer dessa forma.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A sua antecessora no cargo afirmou em uma audiência pública que a dívida do hospital aumenta numa escala de R$ 100 mil a cada mês. É verdade? Como administrar isso?&lt;br/&gt;Primeiramente, eu acho que a saúde pública de um modo geral é carente de verbas. Infelizmente, temos repasses pequenos. A tabela do SUS é problemática, uma vez que os valores pagos não cobrem os custos que temos. Temos de equilibrar as contas. Se a dívida crescia nessa escala que você falou, eu não tenho conhecimento. Eu acho que agora que eu assumi não chega a tudo isso. Realmente ocorrem prejuízos, mas não é dessa forma.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um diretor do hospital disse que em 32 anos na instituição ele só viu as contas fecharem no azul uma única vez. O sr. acha que, por ser uma instituição filantrópica e que teoricamente não visa lucro, é natural trabalhar sempre no vermelho?&lt;br/&gt;Existe uma série de gratuidades no hospital. Temos de fazer serviços grátis para muita gente. Isso faz com que a gente não consiga cobrir os custos operacionais e de estrutura. Não temos como guardar dinheiro em caixa. Os atrasos que vêm acontecendo são pequenos. Os repasses da prefeitura têm sido pontuais. Nós ainda não pagamos todas as dívidas que herdamos. Na realidade, o repasse é um detalhe. Ele chega em dia, mas não cobre os custos. O hospital vive muito hoje dos repasses imediatos e isso nem sempre acontece a contento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Atualmente, quase todos os eventos filantrópicos de Rio Verde direcionam recursos para o Hospital do Câncer. Por ser uma instituição filantrópica, o Dr. Gordon não deveria fazer com que a sociedade volte os olhos para ele também?&lt;br/&gt;Sem dúvida. É que o hospital perdeu o seu foco. Talvez não por gestão, mas por se preocupar muito em controlar receita e despesa. Mas a nossa ideia é divulgar o hospital para a sociedade e trazer as empresas da região para nos dar sustentação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Ministério Público já chegou a pedir interdição do Pronto-Socorro por causa da precariedade do atendimento e falta de pediatras. Como está a situação hoje?&lt;br/&gt;A pediatria é um caso sacramentado e resolvido do hospital. Não temos mais problemas nesse sentido. Agora, precisamos reformar o Pronto-Socorro e otimizar o pequeno espaço disponível. Por ser um hospital de referência, ele recebe um volume muito grande de pacientes. São cerca de 350 atendimentos por dia. Este é um dos problemas que temos hoje, mas ele não será capaz de estagnar o hospital por inteiro. Ele é a porta de entrada. E é por ele que vamos começar a arrumar a casa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Existe capacidade de investimentos para ampliação?&lt;br/&gt;O nosso plano é de execução rápida. Do jeito que está não pode ficar. Não estou dizendo que o hospital está sucateado. Não é isso. Muitas áreas foram reformadas e precisamos dar seguimento a esse trabalho. Pretendemos otimizar os espaços, ampliar o número de leitos e criar formas de humanização no atendimento aos pacientes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Do ponto de vista financeiro, que tipo de suporte a Cram fornece para a sustentação do hospital?&lt;br/&gt;A Cram é extremamente saudável financeiramente. Tem uma renda realmente fantástica. Ela não só se mantém, como mantém todo o hospital de pé. É o departamento que gera receita para que as portas continuem abertas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como funciona a política de enxugamento de gastos? Está sendo feita uma revisão da política salarial da empresa, por exemplo?&lt;br/&gt;Nesse momento, eu não posso pensar em política salarial. Pelo menos não para cima. A redução de custos é violenta. Eu acho que não se faz enxugamento da máquina simplesmente demitindo as pessoas, mas conscientizando os funcionários. Se precisamos de pessoal em determinado setor, então fazemos um remanejamento. Em último caso, fazemos contratações. Agora, as pessoas que estiverem sobrando em uma área e não puderem ser remanejadas terão de ser demitidas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O credenciamento como centro de alta complexidade seria uma alternativa até mesmo para a recuperação financeira do Dr. Gordon?&lt;br/&gt;Na verdade, a alta complexidade já é praticada aqui, mas talvez não de forma plena. Nós já recebemos recursos do Ministério da Saúde para as especialidades de cirurgia e hemodinâmica, bem como de neurologia e neurocirurgia de alta complexidade. A cardiologia e a ortopedia de alta complexidade também são feitas, mas essas somente em partes ainda. Queremos ampliar essas especialidades e integrá-las. As outras especialidades que já estão em vista são a traumato-ortopedia e a oncologia clínica.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O sr. acredita que o Hospital de Urgências que está sendo construído em Santa Helena poderá desafogar o Dr. Gordon?&lt;br/&gt;Estamos muito céticos em relação a esse hospital. A meu ver, ele está sendo feito na contramão. O pólo de desenvolvimento do sistema de saúde é Rio Verde, contando com uma estrutura super bem montada de radiologia, tomografia, ressonância magnética e multiprofissionais que não vão se mudar daqui. Santa Helena não tem nada disso e precisaria construir uma estrutura completa para poder funcionar. É preciso lembrar que é um projeto do governador. Quem garante que o próximo governador dará continuidade? Nós sabemos que com a alternância da administração estadual nem sempre as ideias continuam.&lt;br/&gt;</description>
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      <title>Jornal da Capelania HPDG</title>
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      <pubDate>Fri, 5 Mar 2010 08:22:55 -0300</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Entradas/2010/3/5_Jornal_da_Capelania_HPDG_files/jornal%20capelania%20marco2010.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Media/object033_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:219px; height:141px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;O Jornal do mês de Janeiro já esta ai. Da um clique ai e lê em arquivo pdf.</description>
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      <title>Os Benefícios do Cuidado Espiritual...</title>
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      <pubDate>Tue, 16 Feb 2010 20:35:06 -0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Entradas/2010/2/16_Os_Benef%C3%ADcios_do_Cuidado_Espiritual..._files/jesus_enfermos.png&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Media/object115_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:216px; height:123px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Artigo 1&lt;br/&gt;Os Benefícios do Cuidado Espiritual &lt;br/&gt;para o PACIENTE E SUA FAMÍLIA&lt;br/&gt;Rev. Dr. Eudóxio Santos, Capelão&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em minha tese de doutorado escrevi um capitulo sobre os diversos benefícios que a capelania e o cuidado espiritual trazem aos pacientes e seus familiares, ao pessoal da saúde e hospitais, à sociedade, às igrejas e missões1. Neste artigo faço um resumo focando os benefícios da capelania hospitalar e cuidados espirituais para o PACIENTE E SUA FAMÍLIA, nos próximo número escreverei sobre os benefícios para o Hospital e a Sociedade. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estes benefícios crescentemente são analisados e  demonstrados através de estudos de pesquisa em renomadas universidades e hospitais nos EUA.2&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Seis áreas de pesquisas estão resumidas aqui, que descrevem os benefícios da atenção à espiritualidade dos pacientes e seus familiares. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1.   Cuidado Espiritual  &lt;br/&gt;	•	Um número crescente de pesquisas demonstra os benefícios da saúde relacionados ao cuidado pastoral ao enfermo. &lt;br/&gt;	•	Um estudo que foi publicado com 42 causas de mortalidades envolvendo 126.000 participantes, demonstrou que as pessoas que foram ajudadas com cuidados pastorais frequentes, mostraram viver mais tempo com as suas enfermidades, comparado com as pessoas que não receberam o cuidado pastoral.3&lt;br/&gt;	•	Em um estudo de quase 600 pacientes idosos, severamente doentes, hospitalizados, que buscaram envolvimento com o amor de Deus, e que receberam apoio de capelães e voluntários, ficaram menos deprimidos e com melhor qualidade de vida, até mesmo depois de saber da severidade de sua doença4.&lt;br/&gt;	•	Em um estudo de 1.600 pacientes com câncer, a contribuição espiritual ao paciente com sintomas como fadiga e dor, trouxe uma qualidade de vida significativamente melhor.5     &lt;br/&gt;Conclusão - Estes e outros estudos demonstram que o cuidado pastoral traz impacto de bem estar prático emocional e físico.  Capelães e voluntários fazem um papel integrante de apoio e fortalecimento destes recursos religiosos e espirituais.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2. A importância do Cuidado Espiritual para enfrentar a Doença.&lt;br/&gt;	•	Um estudo feito entre pessoas idosas, mais da metade informou que o cuidado pastoral era um dos recursos importantes na luta contra a doença.6&lt;br/&gt;	•	Em outro estudo, 44 % dos pacientes informaram que o cuidado pastoral era o fator mais importante que os ajudaram na luta contra a doença deles e na hospitalização.7 &lt;br/&gt;	•	Estudo de mulheres com câncer, 88 % informou que o cuidado pastoral era importante para elas e 85 % indicaram que este cuidado ajudou a enfrentar o problema com o câncer8. &lt;br/&gt;	•	Semelhantemente, 93 % das mulheres em um estudo de pacientes com câncer ginecológico informaram que o cuidado pastoral aumentou a sua esperança9.&lt;br/&gt;	•	Outro estudo com pacientes com câncer informou que 76 % colocaram o cuidado pastoral como um dos caminhos para enfrentar o diagnóstico10.    &lt;br/&gt;Conclusão: Capelães e voluntários devem estar prontos para dar o cuidado pastoral aos pacientes na luta contra as enfermidades e o sofrimento, ajudando-os a enfrentar as conseqüências das doenças em suas vidas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3.   Respondendo o Dilema Espiritual.&lt;br/&gt;	•	Estudos apontam que a angústia espiritual, consiste em dilemas e questionamentos espirituais não resolvidos. Estes dilemas podem estar associados com a recuperação,  ajuste e aceitação da doença11. &lt;br/&gt;Conclusão: Capelães e voluntários tem um papel especialmente importante na identificação de pacientes com angústia espiritual. Ajudando-os a solucionar seus problemas espirituais e trazendo melhora à sua saúde física e espiritual.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;4. Ajudando a enfrentar a doença e o sofrimento.  &lt;br/&gt;	•	Estudos demonstram que estar bem espiritualmente ajuda as pessoas a moderar os sentimentos dolorosos que acompanham a doença: ansiedade12, desesperança13 e isolamento14. Muitos pacientes esperam que os capelães e voluntários os ajudem com tais sentimentos infelizes15.  &lt;br/&gt;Conclusão: As pessoas querem cuidados espirituais durante a doença e em outras experiências dolorosas. Capelães e voluntários devem estar preparados para dar ajuda espiritual na luta contra estes sentimentos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;5.Cuidando das Famílias dos Pacientes. &lt;br/&gt;	•	Freqüentemente os familiares sofrem angústia semelhante ou mais intensa do que os que estão hospitalizados. &lt;br/&gt;	•	Em alguns estudos, pacientes indicaram que uma das funções mais importantes da capelania hospitalar é o cuidado com os seus familiares e os seus sentimentos associados com doença e hospitalização16.&lt;br/&gt;	•	Em um estudo, 56 % das famílias identificaram o cuidado pastoral como o fator mais importante para ajudar a enfrentar a doença de um ente querido17. &lt;br/&gt;	•	Outro estudo indicou que os familiares queriam o cuidado espiritual dos capelães mais do que os pacientes18.&lt;br/&gt;	•	Comparado a esses, os familiares dos pacientes de Alzheimer que adoravam a Deus regularmente e que sentiam as necessidades espirituais satisfeitas informaram que diminuíram a tensão da enfermidade19. &lt;br/&gt;Conclusão: O cuidado pastoral deve ser estendido às famílias dos enfermos para ajudá-los a enfrentar os altos níveis de angústia durante a doença de um ente querido. O cuidado de um capelão e voluntários para os familiares tem um impacto positivo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;6. A satisfação do paciente e sua família com o cuidado espiritual. &lt;br/&gt;	•	Estudos indicam que 70 % dos pacientes estão atentos às necessidades espirituais relacionados à doença deles19. Estudos com pacientes nos hospitais que necessitam de tratamentos especiais indicam que entre um terço e dois terços de todos os pacientes queriam receber cuidado espiritual20.      &lt;br/&gt;	•	Um grande estudo de VandeCreek e Lyon mostrou a satisfação dos pacientes e familiares com as atividades dos capelães: A maioria dos pacientes estavam satisfeitos com o cuidado espiritual dado pelos capelães21. A satisfação com a assistência da capelania pelos familiares dos enfermos era até mais alta do que informado pelos pacientes. As visitas do capelão &amp;quot;fizeram a hospitalização mais fácil&amp;quot; porque a visita deu &amp;quot;conforto&amp;quot; e ajudou os pacientes a descansar e os ajudaram a sentir mais esperançosos.&lt;br/&gt;Conclusão: Os pacientes e seus familiares estão freqüentemente atentos às suas necessidades espirituais durante a hospitalização. Eles desejam atenção espiritual às suas necessidades e respondem positivamente quando recebem atenção, - influenciando na recomendação do hospital a outros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;______________________________________&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1 SANTOS Jr, Eudóxio M., 2008. A importância e os benefícios da Capelania Hospitalar na “Missio Dei”. Tese de Doutorado em Ministério pelo RTS, 75-80. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2 McCULLOUGH, Michael,D., Koenig, Thoresen, C, 2000. Religios Involvement and Mortality: A Meta-Analytic Review. Health Psychology, 19(3), 211-222.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3 KOENIG, Harold G.,  1998. Religious Coping and Health Status in Medically Ill Hospitalized Older Adults. Journal of Pastoral Care, 45 (3), 254-267.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;4 BRADY, Marianne J., 1999. A Case for Including Spirituality in Quality of Life Measurement in Oncology. Psycho-Oncology, 8 (5), 417-428&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;5 KOENIG, Harold G., 1988. Religious Activities and Attitudes of Older Adults in a Geriatric Assessment Clinic. Journal of the American Geriatrics,  36, 362-374.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;6 HOVER. M., 1991. Religious Perspectives of Doctors, Nurses, Patients, and Families. Journal of Nervous and Mental Disease, 186(9), 513-521.      &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;7 JOHNSON, Sara C. &amp;amp; SPILKA, B. 1991. Coping with Breast Cancer: The Roles of Clergy and Faith. Journal of Religion and Health, 30(1), 21-33.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;8 LARSON, D. B., 1997. Factors Influencing Wives of Patients with Gynecologic Cancer About End-of-Life Decisions. American Journal of O. B., 176, 166-172.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;9 VANDECREEK, Larry, 1999. Use of Alternative Therapies Among Breast Cancer Outpatients Compared with the General Population,  5(1), 19-29.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;10 BERG, Gary E., 1995. The Impact of Religious Faith and Practice on Paitients Suffering From a Major Affective Disorder: A Cost Analysis. The Journal of Pastoral Care, 49(4). 359-363. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;11 KACZOROWSKI, Jane M. 1989. Spiritual Well-Being and Anxiety in Adults Diagnosed with Cancer. The Hospice Journal, 5, (3-4), 105-116.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;12 MICKLEY, Jacqueline R., SOEKEN, K. &amp;amp; BELCHER, A., op.cit., p. 267-272.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;13 FEHER, S., &amp;amp; MALY, C., op.cit., p. 408-416&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;14 HOVER, Margot, TRAVIS, J. L. III, KOEING, H. G., &amp;amp; BEARON, L. B., op. cit. p. 283&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;15 CAREY, Raymond, G. 1973. Chaplaincy, Component of Total Patient Care? Hospitals: Journal of the American Hospital Association, 47 (14), 166-172. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;16 KOENIG, Harold G., BEARON, L. B.,  &amp;amp; TRAVIS, J. L. III, op. cit. p. 254.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;17 VANDECREEK, Larry, THOMAS, J., JESSEN, A., GIBBONS, J., &amp;amp; STRASSER, S. 1991. Patient and Family Perceptions of the Hospital Chaplains. Hospital and Health Services Administration, 36(3), 455-467.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;18 BURGENER, Sand, C., 1999. Predicting Quality of Life in Caregivers of Alzeheimer´s Patients: The Role of Support from Involvement with the Religious Community. The Journal of Pastoral Care, 53 (4), 433-446.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;19 FITCHETT, George, 1997. The Religious Needs and Resources of Psychiatric in-Patients. Journal of Nervous and Mental Disease, 185. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;20  FITCHETT, George, MEYER, P. &amp;amp; BURTON, L. A. 2000. Spiritual Care: Who Requests It? Who Needs It? The Journal of Pastoral Care, 54(2), 173-186.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;21 VANDECREEK, Larry &amp;amp; LYON, M. 1997. Ministry of Hospital Chaplains: Patients Satisfaction. The Journal of Health Care Chaplaincy, 6(2), 1-61.</description>
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      <title>Carta Aberta de uma paciente...</title>
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      <pubDate>Tue, 16 Feb 2010 20:32:46 -0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Entradas/2010/2/16_Carta_Aberta_de_uma_paciente..._files/DSC03132.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Media/object114_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:216px; height:123px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;É... parece que agora não tem mais jeito mesmo!!! Senhor, vou ter que descer! Mas... - Vamos Adinha já  chegou! Meu primo (que chamo de irmão) e meu pai, rindo, por estarem certos que neste local, tudo se resolveria, mas ao mesmo tempo, com os olhos cheios d’agua! Deslizei sobre o banco, papai se pôs a minha frente e meu irmão atrás, “estava escoltada”! me empurrei nas escadas, pelo corrimão... “uai”, o que é isso... de “taquicardia para bradicardia instantaneamente?! “Meu coração não mais acelerado, relaxei! Meu peito já não apertava mais... será que colocaram diazepan no “ar condicionado” (brinquei...), logo na recepção o sorriso da recepcionista não foi simulado como me acostumei ver em 12 anos que trabalhei em hospital! E o porteiro... atencioso, repara em meu violão e sem invadir minha privacidade disse que admirava quem toca um instrumento, pois tentara e não havia tido sucesso...quando vi, já estava em meu quarto... cercada por uma colega de profissão, fui cercada de cuidados minuciosos que me acolhiam me ajudando a familiarizar-me com meu novo ambiente! Pareciam até conhecidas! De repente o quarto atiça meu olfato. Hum... que cheirinho de limpeza, lembrei-me de casa, principalmente quando olhei para a jovem senhora que com um sorriso me cumprimentava.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    A porta se abre, e... era o Dr. Nelson, brincalhão, extrovertido, assertivo e psicológo por essência, pois fala, fala, fala, fala... discute o tratamento, deixa uma reflexão para todo dia “ruminarmos o assunto”, e... se vai!!! Eu... Não falei, mas também se tivesse a oportunidade, será inútil, pois suas visitas desde que me encontram aqui são completas, perfeitas, não necessitam de minhas intervenções.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    “Uma brisa invade o quarto, inundando todo o local de um aroma de frescor e descanso, parece que o barco acabou de atracar no porto!” Rev. Eudóxio, fecha a porta, seu belo sorriso e suas palavras mansas, esquadrinham nosso espírito e nos eleva a um plano superior, instrumento afinado e precioso nas mãos do Senhor, tornou-se um padrinho espiritual (“talvez nem ele saiba disto?!).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Olhem só, o sol nasceu, singelo, mas radiante, tímido, mas inconfundível, aquece, ilumina, norteia o caminho que até sabemos que exista, mas não conseguimos encontrá-lo. Dra. Ludmila e... é ela mesmo! Com seu jeito serio, doce, prudente, tranquilo, desnuda e limpa nossa alma dos entulhos emocionais que guardamos sem necessidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Obrigado! É pouco! Pois hoje creio que sairei daqui com saúde, pois todos, independentes da função ou atribuição... o todo em tudo: corpo, alma e espirito, pois precisamos do bem estar físico, mental e social e creio na divina trindade, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espirito Santo!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Bênção! Chuvas de Bênçãos! ao Hospital Presbiteriano Dr. Gordon, por ser holisticamente benfeitor a todos que aqui procuram ajuda!&lt;br/&gt;                                                           Aryadne O’neil </description>
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      <title>Web page da Capelania do HPDG</title>
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      <pubDate>Fri, 12 Feb 2010 23:39:18 -0200</pubDate>
      <description>&lt;a href=&quot;http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Entradas/2010/2/12_Web_page_da_Capelania_do_HPDG_files/DSC03128.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.capelaniahpdg.com/Capelania_Hospitalar/Noticias_Jornal/Media/object002_1.jpg&quot; style=&quot;float:left; padding-right:10px; padding-bottom:10px; width:216px; height:123px;&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Rio Verde, fevereiro de 2010.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Queridos irmãos e amigos,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Neste mês estamos dando inicio a “webpage” da         &lt;br/&gt;    Capelania do Hospital Presbiteriano Dr. Gordon. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Aqui iremos compartilhar sobre o ministério da &lt;br/&gt;    Capelania - Visão e Missão, o Capelão e sua     &lt;br/&gt;    família, Cursos e Voluntários, Projetos e Notícias, &lt;br/&gt;    Artigos e Depoimentos, Pão da Vida e “Mission &lt;br/&gt;    Trip USA/Brazil”, Fotos e Videos e uma porta &lt;br/&gt;    aberta para a nossa comunicação no Fale &lt;br/&gt;    conosco.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Obrigado pela sua visita!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;    Rev. Dr. Eudóxio Santos, capelão</description>
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